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Faz-de-conta Social Club

30 mar

Os tempos de hoje andam mais nebulosos do que nunca, tudo parece um grande faz-de-conta e as pessoas acabam sendo marionetes desse grande espetáculo de ilusões.

Políticos fingem estarem ‘do lado do povo’, empresas fingem trabalhar pela qualidade de vida das pessoas, indicadores mostram que a economia cresceu, que os bancos lucraram, que a educação melhorou e que tudo está melhor. Faz-se de conta que tudo esta ‘progredindo’, ‘crescendo’ quando, pra maioria das pessoas e para a Terra, não está. Pois, ao que tudo indica, as pessoas estão cada vez mais infelizes e o planeta Terra cada vez mais destruído.

Os chefes da propaganda nazista na segunda guerra já diziam que uma mentira repetida muitas vezes passa a ser aceita como verdade. Nos tempos modernos isso continua valendo, depois de anos de influência consumista, comprar alguma coisa já é quase sinônimo de comprar felicidade.

Ao longo dos anos uma mentira foi apoiando-se na outra e desde a década de 50 até hoje, temos milhares de mentiras confirmando e validando umas as outras. Pensar mais profundamente sobre isso nos leva a uma estarrecedora revelação: todo nosso mundinho social foi construído sobre mentiras, montanhas de mentiras onde alicerçamos nossas vidas. Além do lamaçal de mentiras onde afundamos todos os dias, ainda há a reedição de mentiras antigas, aquelas que já estão quase esquecidas, precisando de uma nova versão.

Mentirinhas leves que somadas moldam nossas vidas e nossos destinos. São as coisas que nos contam desde a infância, que ao acreditarmos, passamos a ser mais uma peça desse grande faz-de-conta, mais um brinquedo na mão de quem nos engana.

Alimentos que nos prejudicam, água com lixo industrial, hormônios injetados na alimentação, transgênicos, radiação, política, economia global e tantas outras histórias (que esperamos esclarecer aqui) mal contadas que fica impossível ver um mundo menos ilusório.

Olhando com mais calma, nada do que chamamos de “mundo real” hoje existe de fato. A consciência da maior parte das pessoas está voltada para a mídia de massa e para a frágil sobrevivência financeira de cada um. Ou seja, enquanto a maioria das pessoas não está trabalhando como escravas para sobreviver dentro dessas cidades em erupção, elas estão gastando seu pouco dinheiro com produtos fúteis (e muitas vezes prejudiciais) ou hipnotizados por programas alienantes/manipuladores, oferecidos ‘gratuitamente’.

Basicamente, as pessoas estão se tornando máquinas, seres alienados e sem consciência. Que seguem o mesmo padrão: nascer, crescer, consumir, trabalhar, consumir, trabalhar, adoecer, morrer. Qual o sentido disso? Por que viver em uma mentira? Dá um grande desanimo olhar ao redor e ver valores tão fúteis regendo a vida das pessoas. Mas é aquilo, você pode fazer diferente, pode acordar e enxergar tudo isso, pode sair do padrão. E para sair do padrão é preciso de conhecimento, fome de saber, é preciso sair da zona de conforto e pensar. Pensar dá trabalho, ainda mais quando se trata de confrontar tudo aquilo que você sempre acreditou, mas só assim é possível viver de verdade!

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